sábado, 23 de abril de 2011

PLANO DE AULA DO 6º AO 9º ANO


CADERNO DE: PLANOS DE AULA



01
Tema: DESENVOLVIMENTO DO GOSTO PELA LEITURA
II OBJETIVOS
Identificar o ritmo, a sonoridade, a musicalidade e expressividade presentes no texto. -desenvolver as habilidades de ler, ouvir e interpretar o texto

III – Síntese dos procedimentos

-Cantar com os professores

-Interpretação escrita do texto.

Leitura ora e do texto (música: E vamos à luta, de Gonzaguinha) pelos professores e pelos os alunos.
-Ouvir com atenção a letra cantada.
-Cantar com os professores.
-Interpretação oral do texto.

IV – Recursos
-Professores
-Alunos
-Aparelho de som / Piloto / Som

02

Tema: PRODUÇÃO DE TEXTO (Quem Conta um Conto )

II - Objetivos
-Criar oportunidades para que os alunos descubram a expressão escrita como forma de comunicação e de interlocução.
-Despertar o interesse dos alunos para usar a escrita como uma maneira de ter uma visão de mundo mais abrangente e dinamizada.

III – Síntese dos procedimentos
-Discutir as expectativas e previsões em função da produção de texto solicitada.
-Leitura individual do texto produzido.
-Exposições das produções.
-Verificação da grafia.
-Treino ortográfico.

IV – Recursos
- humanos – Professores / Alunos
- Livro didático / Lápis / Caderno / Lápis / Borracha
03

Tema: NEGÓCIO DE MENINO (RUBENS BRAGA)

II - Objetivos
- Representar as pessoas do diálogo.
-Ler com entonação, resgatando as essências das pessoas do diálogo.
-Complementar e enriquecer o texto através de uma representação não verbal.

III – Síntese dos procedimentos
-Leituras em grupo.
-Interpretação oral.
-Pesquisar no dicionário ( Palavras com significados duplos).
-Ilustrar o texto.

IV – Recursos
- Materiais - Livro texto / Hidrocor / Lápis de cor
- Humanos – Professores / Alunos



04

I
Tema: O MACACO MALANDRO ( Tatiana Belinky )

II - Objetivos
- Desenvolver nos alunos o gosto pela arte, representando personagens com imaginação.
-Ler a história com entonação adequada, fazendo os gestos que se imagina que acompanham as fala, dando vida ao que foi dito, lhes permitindo viverem outras vidas, serem outras pessoas.

III – Síntese dos procedimentos
-Ensaiar com os alunos (cada personagem) repetindo suas falas com o professor.
-Dividir as partes do diálogo.
-Levar suas falas para casa, para decorar.
-Apresentação da peça.

IV – Recursos
- Materiais - Mascara / Hidrocor / tesouras / Pilotos / Papéis coloridos
- Humanos – Professores / Alunos
05
Tema: ENTREVISTA ( Os nomes e as suas histórias )

II - Objetivos
- Conhecer a história do nome de cada um, entrevistando pessoas da família, falar sobre os apelidos, de onde originaram e porquê?
-Articular conhecimentos prévios com as informações presentes no texto.
-Aprofundar de forma individual, a compreensão do texto.

III – Síntese dos procedimentos
- Entrevistas digitadas.
-Dinâmica do nome (quantas palavras consigo formar com um nome)
-Leitura oral das entrevistas.
-Leitura do Estatuto da Criança e do Adolescente.
-Acróstico do nome.

IV – Recursos
- Humano: professor / aluno / membro da família
- Material: estatuto da criança / caderno / papel oficio / caneta / lápis / borracha
06
Tema: O CONTO DE FADAS E O CONTO MARAVILHOSO

II - Objetivos
- Relembrar os diversos personagens dos Contos, ouvidos na infância;
-Conhecer as características do Conto Maravilhoso;
-Formular hipótese a respeito do conteúdo do texto;
-Discussão das expectativas e prevenções em relação ao texto, em função do gênero, do suporte do titulo, do autor, etc.;

III – Síntese dos procedimentos
- Leitura oral pelo professor e aluno;
-Leitura silenciosa do texto digitado;
-Interpretação escrita do texto.

IV – Recursos
- Humano: professor / aluno
- Material: caderno/ caneta / lápis / borracha




07

Tema: INTERPETRAÇÃO ESCRITA DO TEXTO POR QUE O MAR TANTO CHORA?

II - Objetivos
- Estabelecer relações entre as partes do texto, identificando a progressão temática;
- Identificar relações entre fatos e idéias – relação de causa, de conseqüência, de fim, de oposição ou concessão, conclusão, etc.

III – Síntese dos procedimentos
- Texto digitado;
-Leitura oral pelo professor e aluno;
-Interpretação oral e escrita;
-Diálogo.

IV – Recursos
- Humano – Professor / Alunos
-Materiais – Papel / Lápis / Retro projetor / Borracha

08

Tema: PRODUÇÃO DE CARTA E BILHETE

II - Objetivos
- Conhecer as características de uma carta e de um bilhete;
-Escrever numa modalidade coloquial da língua, estabelecendo as diferenças nas características de cada um;
-Produzir texto de acordo com as condições de produção: função da escrita, gênero do texto, objetivos da produção do texto, interlocutores visado.

III – Síntese dos procedimentos
- Confeccionar um envelope grande de papel metro;
-Preencher envelopes;
- Enviar bilhetes para colegas da sala e professore.

IV – Recursos
- Envelope / Papel metro / Lápis / caneta / cola.



09

Tema: E-MAIL ( PRONOMES )

II - Objetivos
- Comparar carta, bilhete, e e-mail, e perceber suas características e suas diferenças;
-Definir e mostrar os pronomes nos textos;
- Escrever textos numa modalidade coloquial da língua, estabelecendo as diferenças nas características de cada um.

III – Síntese dos procedimentos
- Visita ao laboratório de informática;
- Produzir e enviar e-mail;
- Expor em um cartaz os pronomes mais usados em um e-mail.

IV – Recursos
- Computador / Lápis / Caneta / Papel.





10
Tema: PRONOMES

II - Objetivos
- Conhecer os pronomes pessoais:
-Identificar no texto os pronomes pessoais;
-Comparar os pronomes pessoais que são usados para indicar a (s) pessoas(s) com quem se fala.

III – Síntese dos procedimentos
- Texto no retro projetor;
-Leitura dos pronomes pessoais;
-Atividades escritas.
IV – Recursos
- Livro texto / Retro projetor / Lápis / Caneta / caderno



Atividades:




ANEXOS
Luiz Gonzaga Jr.
Vamos cantar E VAMOS À LUTA
Eu acredito é no rapaz
Que segue em frente e segura o rojão
Eu ponho fé é na fé da moçada
Que não foge da fera
E enfrenta o leão
Eu vou à luta com essa juventude
Que não corre da raia a troco
De nada
Eu vou no bloco dessa mocidade
Que não tá na saudade
E constrói
A manhã desejada




Aquele que sabe que é mesmo
O couro da gente
Que segura a batida da vida
O ano inteiro
Aquele que sabe o sufoco

De um jogo tão duro
E apesar dos pesares ainda
Se orgulha
De ser brasileiro
Aquele que sai da batalha
E entra num botequim
Pede uma cerva gelada
E agita na mesa logo uma batucada
Aquele que manda um pagode
E sacode a poeira suada da luta
E faz a brincadeira
Pois o resto é besteira
( Nós estamos pelaí )








Literatura


Ler é gostoso!!!
Que maravilha são os contos de fada! Ouvir uma história, é melhor ainda!
A nossa LITERATURA INFANTIL é tão rica!
Analise a sua preferida:

Título:___________________________________________________
Autor:___________________________________________________
Ilustração:________________________________________________
Editora:__________________________________________________
Personagens da história que você mais gostou____________________
_________________________________________________________






QUEM CONTA UM CONTO...

Chegou o momento mais importante.
Relate a história que mais chamou a sua atenção, com início, meio e fim, e reescreva no espaço abaixo:
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________













TEXTO:
NEGÓCIO DE MENINO ( Jogral )


Tem dez anos, é filho de um amigo, e nos encontramos na praia:
_ Pai me disse que o senhor tem muito passarinho...
_ Só tenho três.
_ Tem coleira?
_ Tenho um coleirinha.
_ Virado?
_ Virado.
_ Muito velho?
_ Virado há um ano.
_ Canta?
_ Uma beleza.
_ Manso?
_ Canta no dedo.
¬¬¬_ O senhor vende?
_ Vendo.
_ Quanto?
_ Dez contos.
Pausa. Depois volta:
_ Só tem coleira?
_ Tenho melro e um curió.
_ É melro mesmo ou é vira?
_ É quase do tamanho de uma graúna.
_ Deixa coçar a cabeça?
_ Claro. Come na mão...
_ E o curió?
_ É muito curió.
_ Por quanto o senhor vende?
_ Dez contos.
Pausa.
_ Deixa mais barato...
_ Para você, seis contos.
_ Com a gaiola?
_ Sem a gaiola.
Pausa.
_ E o melro?
_ O melro não vendo.
_ Como se chama?
_ Brigitte.
_ Uai, é fêmea?
_ Não. Foi a empregada que botou nome. Quando ela fala com ele, ele se arrepia todo, fica todo despenteado, então ela diz que é Brigitte.
Pausa.
_ O coleira o senhor também deixa por seis contos?
_ Deixo por oito contos.
_ Com a gaiola?
_ Sem a gaiola.
Longa pausa. Hesitação. A irmãzinha o chama de dentro d’água. E, antes de sair correndo, propõe sem me encarar:
_ O senhor não me dá um passarinho de presente, não?


BRAGA, Rubem. In: Para gostar de ler_ Volume 1: Crônicas.São Paulo: Ática







TEXTO:
POR QUE O MAR TANTO CHORA

Era uma vez uma rainha que estava casada havia muito tempo e nunca tivera um filho. “ Meu Deus, permita que eu engravide, nem que seja para dar a luz uma ser –
pente”, ela rezava noite e dia. Até que por fim Deus ouviu sua prece e lhe concedeu
uma filha, que nasceu com uma cobra enrolada no pescoço.
A princesinha recebeu o nome de Maria e, assim que aprendeu a falar, chamou a cobra de Dona Labismina. As duas eram grandes amigas. Passeavam muito pela praia,
nadavam juntas, brincavam. Às vezes, Maria deixava Dona Labismina mergulhar so-
zinha, mas se ela demorava a voltar, punha-se a chorar em grande aflição.
Um dia a cobra entrou no mar e desapareceu. Ante, porém, disse a princesa que se estivesse em perigo bastaria chamá-la.
Anos depois, a rainha de um país vizinho adoeceu. Quando estava prestes a morrer, tirou um anel do dedo e o entregou ao rei, seu marido, dizendo-lhe: “Se você se casar de novo, escolha uma princesa em cujo dedo caiba este anel direitinho”.
Tão logo ficou viúvo, o rei, que era um homem velho, feio e rabugento, resolveu procurar uma noiva. Mandou o anel para todas as princesas do mundo experimentarem,
e ele não coube em nenhum dedo.
Então descobriu que uma princesa ainda não o experimentara: Maria. Foi visitá-la
em seu palácio sem a menor dificuldade colocou-lhe o anel no dedo. Maria não queria se casar com aquele homem horroroso, mas seus pais exultaram, pois o viúvo era imen-
samente rico.
O casamento foi marcado para breve. A pobre noiva desesperada chorou dias a fio,
até que se lembrou que Dona Labismina lhe dissera ao se despedir. Foi então para a praia, chamou sua fiel amiga e lhe contou o que estava acontecendo. “ Não se preocu-
pe”, a cobra falou. “ Diga ao rei que só se casará com ele se lhe der um vestido da cor da mata com as flores.”
Maria fez exatamente como Dona Labismina recomendou. O velho ficou muito aborrecido, mas, como estava encantado com a beleza da noiva, promenteu que lhe daria o tal vestido. Demorou bastante tempo, porém acabou cumprindo a palavra.
“E agora, o que vou fazer?”, a princesa perguntou à cobra. “ Diga-lhe que só se casará com ele se lhe der um vestido da cor do mar com todos os peixes”, respondeu
a boa amiga.
O rei se aborreceu ainda mais, porém fez de tudo para entender à exigência da noiva.
E lá se foi Maria pedir socorro a Dona Labismina. “Diga-lhe que só se casará com ele se
lhe der um vestido da cor do céu com todas as estrelas”, recomendou a cobra.
Ao tomar conhecimento desse novo capricho, o rei ficou terrivelmente irritado, mas,
Como nas outras vezes prometeu satisfazê-lo e não deixou de cumprir a promessa.
Desesperada, a princesa correu para a princesa correu para a praia, onde sua fiel ami-
ga já a esperava com um barco a postos. “ Fuja depressa!”, disse-lhe Dona Labismina. “Este barco a levará para um reino distante, onde você se casará com o filho do rei. No dia de seu casamento vá até a praia e me chame três vezes, para que meu encantamento se rompa e eu também seja princesa.”
Maria partiu e, conforme a cobra informara, foi ter ao um reino distante. Sem recur-
sos para se manter, dirigiu-se ao palácio e pediu emprego. Encarregaram-na de cuidar do galinheiro.
Pouco depois realizou-se na cidade uma grande festa anual, que durava três dias.
A família real e os fidalgos da corte saíram para festejar com o povo. Maria recebeu
ordem de ficar com as galinhas, porém, assim que se viu sozinha, pois seu vestido da cor mata com todas as flores, pediu a Dona Labismina uma linda carruagem e também
foi à festa.
Todos os que a viram se maravilharam com sua beleza, principalmente o filho do rei,
mas ninguém a reconheceu. Maria se divertiu por algumas horas e voltou para o palácio.
Estava em seu canto toda esfarrapada, quando o príncipe chegou. “ Você viu aquela bel-
dade?”, o rapaz perguntou à mãe ao descer da carruagem. “ Não acha que se parecia com a moça que cuida de nosso galinheiro?” A rainha franziu a testa, surpresa: “ Ima-
gine! A moça do galinheiro vive suja e maltrapilha...”
O príncipe deixou os pais entrarem e foi falar com Maria. “ Hoje vi lá festa uma jovem muito parecida com você...” Corando até a alma, a pobrezinha murmurou: “Por
favor, Alteza, não zombe de mim!”
No dia seguinte, depois que todos saíram, Maria pôs seu vestido da cor do mar com
todos os peixes e foi se divertir um pouco.
Perdidamente apaixonado, o filho do rei perguntou a uns e outros quem era aquela beleza, mas ninguém soube lhe dizer.
No terceiro dia de festa, Maria usou seu vestido azul da cor do céu com todas as estrelas e, quando ia se retirar recebeu do príncipe uma jóia.
Encerrado os festejos, o filho do rei caiu numa tristeza de dar pena. Passava o tempo
todo na cama, suspirando, e se recusava a comer. Sem saber mais o que fazer, a rainha ordenou a moça do galinheiro que preparasse uma canja bem suculenta. Maria obedeceu
pestanejar e, antes de manda a tigela com a canja para o príncipe, colocou dentro o presente que ele lhe dera. Ao tomar a primeira colherada, o rapaz encontrou a jóia e saltou da cama, gritando: “Estou curado! Minha amada é a moça do galinheiro!”
A rainha chamou Maria, que se apresentou usando o vestido da cor do céu e naquele mesmo dia se casou com o príncipe.
Zonza de felicidade a jovem se esqueceu de ir até a praia e chamar três por sua fiel amiga. Assim, Dona Labismina nunca se libertou do seu encantamento, e é por isso que o mar tanto chora.



PHILIP, Neil ( org. ) Volta ao mundo em 52 histórias.Tradução de Hildegard
Feist. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 1998. p. 46-9.




TROCANDO IDÈIAS

A história que você acabou de ler foi recolhida em Sergipe e publicada pela primeira vez por Sílvio Romero, num livro chamado Contos populares do Brasil, no ano de 1883.

1. “Por que o mar tanto chora” se parece com alguma história que você já conhece? Qual ou quais?
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2. Quais as semelhanças entre a história que você leu e a(s) história(s) da(s) qual (quais) se lembrou?
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3. Normalmente os heróis e heroínas dos contos de fadas não têm nome, são chamados por um de seus atributos, uma de suas características (Branca de Neve, Bela Adormecida, Cinderela, Pele de Asno, etc. ) Por que você acha que a heroína desse conto se chama Maria?
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4. Como terminam geralmente os contos de fadas?
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5. A história acima tem um final semelhante?
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ATIVIDADES:

PRONOMES

1. Que outros pronomes, além do pronome EU, indicam a pessoa que fala?
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2. Se a pessoa fala em nome dela e de outras pessoas, que pronome ela usa?
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3. No lugar onde você mora, que pronomes são usados para indicar a(s) pessoa(s) com quem se fala?
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4. Leia o trecho abaixo, em que Rosângela fala de seu tio famoso.



a) Quem narra o episódio de Rosângela?
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b) Há outros pronomes pessoais no texto?
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5. Agora você vai fazer, em seu caderno, resumo do que você aprendeu sobre pronomes. Siga o roteiro abaixo:

* Diga o que é um pronome.
* Dê exemplos de frases em que eles são usados substituindo ou acompanhado um nome.
* Faça um quadro sinótico mostrando as pessoas da comunicação.
* Escreva a definição de pronomes pessoais e dê exemplos do emprego deles em frases.
* No final, faça um quadro sinótico dos pronomes pessoais aprendidos.


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Tema: Oralidade

II- Objetivos
* Conhecer o que é uma fábula.
* Explorar a oralidade e socializar os conhecimentos dos mesmos sobre esse tipo de texto.

III-Síntese dos procedimentos
1. Explicar qual o conceito de fábula;
2. Distribuir apostilas xerocadas com diversos tipos de fábulas;
3. Ler as fábulas;
4. Distingüir os personagens;
5. Identificar a moral da história.

IV- Recursos

Xerox da fábula, A queixa do pavão, A raposa e a cegonha e o Leão e o Rato.
Livro didático do professor
Folha de papel


12
Tema: Oralidade

II – Objetivos
* Identificar o ensinamento da fábula e a moral da história.

III – Síntese dos procedimentos
1. Divisão da sala em grupos;
2. Leitura das fábulas escolhidas pelo grupo;
3. Confecção das máscaras;
4. Apresentação dos grupos.

IV – Recursos
Cartolina
Tesoura
. Hidrocor
Cola
Tesoura


13

Tema: Leitura e interpretação

II – Objetivos
* Construir significados perante a leitura do texto, com o intuito de compreender e interpretar além da mensagem presente no texto.

III – Síntese dos procedimentos
1. Leitura do texto “O velho crocodilo” em voz alta;
2. Escrever o texto no quadro negro;
3. Analisar e interpretar o texto com os alunos para a compreensão da mensagem do mesmo.

IV - Recursos
Livro didático
Apostila com o texto xerocado
Caderno
Pincel atômico

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Tema: Produção escrita

II – Objetivos
* Resolver as quetões relativas ao texto trabalhado “O velho crocodilo”.

III - Síntese dos procedimentos
1. Ler o texto;
2. Tirar dúvidas dos alunos sobre o texto;
3. Formar as duplas;
4. Ajudar aos alunos a realizarem a tarefa;
5. Correção da atividade.

IV - Recursos
Apostila xerocada
Folha de papel paltado
Quadro-negro
Pincel atômico
Lápis


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Tema: Conhecimentos gramáticais

II - Objetivos
* Identificar nas palavras o encontro vocálico.

III - Síntese dos procedimentos
1. Explicar na lousa o que é um encontro vocálico;
2. Sanar as dúvidas surgidas em sala;
3. Distribuir uma apostila com as atividades sobre o assunto;
4. Corrigir a atividade, interagindo com a turma.

IV – Recursos
Apostila xerocada
Livro didático do professor
Lápis
Caneta
Borracha

16

Tema: Conhecimentos gramáticais


II – Objetivos
• Saber o que é um encontro consonantal e diferenciá-los de encontro vocálico.
• Saber utilizá-los nas produções textuais.

III – Síntese dos procedimentos
1. Explicar o conceito de encontro consonantal;
2. Divisão da sala para o trabalho em grupo;
3. Distribuição do material para a confecção do mural;
4. Confecção do mural com os alunos para a exposição em sala.

IV – Recursos
Papel madeira
Pincel atômico
Tesoura
Revistas
Livros usados
Cola

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Tema: Conhecimentos gramaticais

II – Objetivo
* Identificar nas diversas produções textuais o que é dígrafo e como ultilizá-lo.

III - Síntese de procedimentos
1. Explicação do conceito de dígrafo;
2. Distribuição de reportagens para os trios;
3. Destaque das palavras presentes nas reportagens que contém dígrafo.
4. Elaboraçao de cartazes pelos alunos.

IV – Recursos
Cartolina
Jornais velhos
Fita adesiva
Tesoura
Hidrocor
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Tema: Produção escrita

II – Objetivos
• Escrever textos e estabelecer uma relação efetiva entre leitura e escrita.

III - Síntese dos procedimentos
1. Discutir com os alunos quais são os seus direitos e deveres;
2. Registrá-los na lousa;
3. Confeccionar um mural para ficar exposto na escola durante o ano.

IV – Recursos
Cartolina
Papel pardo
Pincel atômico
Tesoura
Cola

19

Tema: Trabalhando com o dicionário

II – Objetivos
• Aproximar a criança do dicionário, ensinar os procedimentos de consulta e mostrar que é necessária uma série de conhecimentos prévios parter acesso as informações nele organizadas.

III - Síntese dos procedimentos
1. Ler o texto em voz alta;
2. Destacar as palavras que os alunos desconhecem os significados;
3. Distribuir os dicionários em sala;
4. Ensinar os procedimentos de consulta.

IV – Recursos
Dicionários
Lousa
Folhas de ofício
Textos xerocados
Marca textos

20

Tema: Oficina de produção

II – Objetivos
• Aprender a produzir um cartão pessoal;
• Desenvolver o hábito para produção textual e escrita.

III - Síntese dos procedimentos
• Distribuir materiais para a confecção dos cartões;
• Explicar como produzir um cartão pessoal;
• Distingüir a linguagem formal e informal.

IV – Recursos
Papel camurça
Papel de seda
Fita decorativa
Cola gliter
Tesoura
Cola Cartolinas
Atividades:

A raposa e a cegonha

Um dia a raposa convidou a cegonha para jantar e serviu-lhe sopa, um pitéu de que ambas gostavam muito, num prato raso.
_ Estás a gostar da minha sopa? – perguntou, enquanto a cegonha bicavba em vão no líquido, sem conseguir comer nada.
- Como posso saber, se nem consigo comer ? – respondeu a cegonha, vendo a raposa lamber a sopa com o ar todo deliciado.
Dias depois foi a vez da cegonha retribuir o gesto, pelo que convidou a raposa para comer com ela na sua casa abeira do lago. Serviu-lhe a sopa num jarro largo em baixo e estreito em cima.
- Hummmm, está deliciosa, querida amiga! – exclamou a cegonha, enfiando o comprido bico pelo gargalo. – Não achas?
Claro que a raposa não achava nem podia achar nada, pois o focinho não passava pelo gargalo estreito do jarro. Tentou várias vezes sem sucesso até que, bastante mal humorada, se despediu da cegonha resmugando entre dentes:
Não te achei graça nenhuma ....!

Moral: Por vezes pagam-nos na mesma moeda, pelo que devemos ter muito cuidado com aquilo que fazemos aos outros!



Texto 2
O velho Crocodilo

Amanhã vai casar-se o velho crocodilo.
Pensa e pensa na margem do nilo:
Pra noiva crocodila o que dar de presente ?
Talvez uma escova uma fita ou um pente ?
Pras pestanas? Pulseiras? Ou talvez um anel?
Finalmente decide, será um chápeu.
E sentado assim, na margem do nilo
Pensa em que convidar, o velho crocodilo.
Pensa: salgado ou doce, será o banquete.
Equanto a sobremesa: quem sabe sorvete?
Ou quem sabe salame? Ou arrenque do mar?
Pensa o velho crocró: como é duro casar.

21
Tema: A Arte da Indisciplina

Objetivos

• Perceber as características da época literária abordada.
• Desenvolver uma visão mais crítica sobre a sociedade do período histórico em questão.
• Conhecer os principais poetas e artistas do Barroco Brasileiro.
Procedimentos

_ Música mineira: Paisagem na Janela
_ Apresentar numa transparência outros nomes do Barroco e o poema de Gregório de Matos
_ Comentário sobre a linguagem barroca.
_Leitura oral pelas estagiárias
_ Diálogos

Recursos
.Humanos: Estagiárias / alunos
• Materiais: Retroprogetor / livro / fotos

22
Tema: Características da Linguagem Barroca


Objetivos

• Explorar relações de diferença ou semelhança, com a literatura Contemporânea.
• Proporcionar um ambiente ideal para discussão do tema central.
• Perceber que o Barroco é marcado por nítidas contradições.



Procedimentos

_ Apresentação do filme “Sociedade dos Poetas mortos” (trechos)
_ Comentários sobre o filme.
_ Quadro comparativo das principais características da linguagem barroca e da linguagem clássica – Renascentista

Recursos

• Humanos: Estagiárias / alunos
• Materiais: Aparelho de som, DVD, Papel , caneta/lápis / borracha

23
Tema: A Arte Barroca e o Contexto


Objetivos

*Permitir o reconhecimento do tema central em múltiplas formas de arte
*Estimular o interesse pela leitura e o incentivo à criação através da leitura de textos literários



Procedimentos

_Comentar sobre a economia, política e sociedade no século XVI
_Apresentar algumas fotos do filme “ As Bruxas de Salem”, da autoria de Nicholas Aytner.Deter-se na atmosfera religiosa, existente no século XVII.
_Pedir aos alunos que discutam entre si sobre as três classes impermeáveis: O clero, a nobreza e o terceiro estado.

Recursos

* Humanos: Estagiárias / alunos
* Materiais:Livro texto / fotos / iludtrações













24
Tema:O Barroco em Portugal


Objetivos

• Reconhecer o berço literário da Língua Portuguesa
• Exercitar o raciocínio crítico
• Distinguir quais as principais expressões do barroco em Portugal

Procedimentos

_ Dividir a sala em grupos e fazer uma leitura de alguns trechos do Sermão da Sexagésima.
_ Proporcionar à classe o conhecimento da grande habilidade de pregador de Vieira
_Depois da leitura e reflexão sobre o texto responder, ainda em grupos, às perguntas, onde serão transcritas suas impressões e opiniões

Recursos
_ Humanos: Estagiárias / alunos

_ Materiais: Papel/ livro/ lápis/ borracha/caneta/caderno


25
Tema: O Barroco no Brasil


Objetivos
• Refletir sobre o conteúdo do texto apresentado, identificando seus pontos mais relevantes
• Perceber em que contexto surge o Barroco no Brasil
• Conhecer a obra considerada o marco inicial do Barroco Brasileiro
Procedimentos

_ Texto digitado
_ Leitura oral pelas estagiárias e pelos alunos

Recursos:

*Humanos: Estagiárias/ alunos
*Materiais: Papel/ computador
26
Tema: O Barroco no Brasil – Gregório de Matos: Adequação e Irreverência



Objetivos

• Reconhecer em Gregório de Matos o maior poeta barroco brasileiro
• Distinguir as três vertentes cultivadas da poesia lírica
• Desenvolver uma visão crítica sobre a irreverência do poeta Gregório de Matos
• Diferenciar cultismo e conceptismo

Procedimentos

_ Leitura de sonetos
_ Interpretação dos sonetos

Recursos: Humanos: Estagiárias / alunos
Materiais: Retroprojetor / tranparências


27
Tema: O Barroco em Revista


Objetivos

• Reconhecer a influência das artes barrocas no Período Colonial
• Perceber o rico florescimento da arte barroca nas cidades históricas mineiras

Procedimentos

_ Pesquisar em bibliotecas, Internet e livros

Recursos
• Humanos: Estagiárias / alunos
• Materiais: Computador, livros
28
Tema: Artes Barrocas (montagem da Revista)
Objetivos

*Perceber todas as características da época literária barroca
* Desenvolver uma visão mais crítica em relação a arte barroca no Brasil
* Escrever textos reunindo informações que julgarem importantes


Procedimentos

_ Composição da revista “O Barroco Brasileiro”
_ Circulação da Revista em sala de aula

Recursos

• Humanos: Estagiárias / alunos
• Materiais: Papel, Revistas, Fotos, Fotos,Xerocadora, Impressora



29
Tema: Declamando Poemas


Objetivos


• Oportunizar a troca de experiência da leitura literária realizada
• Transformar a leitura prazeirosa em leitura compartilhada
• Interação entre jovens da mesma faixa etária.

Procedimentos

_ Alunos declamando poemas
_ Simulação dos poemas


Recursos

*Humanos: Estagiárias / alunos
*Materiais:Papel ofício/ lápis/ caneta/ borracha

Tema: Declamando Poemas 30


Objetivos

• Contribuir para a formação literária da turma
• Reforçar e incentivar o gosto pela leitura
• Valorizar a bagagem cultural e os conhecimentos prévios do aluno

Procedimentos

_Selecionar alunos para leitura
_ interpretação oral
_ Questionar sobre os poemas
_ Leitura e reflexão sobre os textos lidos
_ Leitura em duplas
_Jogral
_ Músicas

Recursos

Humanos: Estagiários alunos
Materiais: Retroprojetor/ Transparências/ Textos impressos
Plano de aula 31

Tema: Teorização sobre o “Quinhentismo “surgimento da literatura no brasil”

II- Objetivo
* Conhecer o contexto histórico do Quinhentismo no Brasil;
* Aproximar os alunos as manifestações literárias de 1500.

III-Síntese dos procedimentos
6. Distribuir apostilas xerocadas sobre o Quinhentismo;
7. Explicitar sobre o assunto;
3. Destacar os pontos mais relevantes;
4. Identificar as manifestações literárias.
5. Tirar dúvidas dos alunos, se ocorrerem.

IV- Recursos

Livro didático
Apostilas xerocadas
Caderno
Pincel atômico
Esponja

Plano de aula 32

Tema: Literatura de Informação

II – Objetivos
* Reconhecer quais foram as primeiras informações registradas sobre a “ terra nova”
* Analisar a literatura de informação produzida no século XVI.

III – Síntese dos procedimentos
5. Divisão da sala em 4 grupos;
6. Explicar o assunto;
7. Pedir para cada grupo identificar as características oralmente;

IV – Recursos

Quadro, Pincel, Livro didático

Plano de aula3 3

Tema: A carta de Pero Vaz de Caminha

II – Objetivos
* Conhecer o primeiro registro literário sobre o Brasil.

III – Síntese dos procedimentos
4. Ler trechos da carta em voz alta para os alunos;
5. Escrever dois trechos da carta no quadro;
6. Analisar e interpretar um dos trechos posto no quadro com os alunos;
7. Analise do outro trecho pelos alunos;
8. Correção do mesmo.

IV - Recursos
Xerox dos fragmentos mais importantes da carta;
Apostila com o texto xerocado
Caderno
Pincel atômico
Quadro



Plano de aula 34

Tema: O filme ( O Caramuru)

II – Objetivos
* Identificar no filme as características do Quinhentismo.

III - Síntese dos procedimentos
6. Assistir o filme.
7. Tirar dúvidas dos alunos sobre o conteúdo do filme.
8. Formar os grupos para a dramatização.

IV - Recursos
DVD
Televisão
Quadro
Pincel atômico
Folhas de ofício




Plano de aula 35

Tema: Análise crítica sobre o filme “ O Caramuru”

II - Objetivos
* Desenvolver a criticidade sobre o filme.

III - Síntese dos procedimentos
1. Dramatização feita pelos grupos.
2. Distribuir uma apostila para produção escrita sobre o assunto;
3. Corrigir a atividade, interagindo com a turma.

IV – Recursos
Apostilas xerocadas
Livro didático
Objetos que retrate o fime
3 6
Tema: Literatura dos Jesuítas

II. Objetivo
* Conhecer o que é a Literatura dos jesuítas;
* Identificar a produção literária jesuítica.

III. Síntese dos procedimentos
1. Distribuir xerox;
2. Explicar aos alunos como se desenvolveu a Literatura Jesuítica.
3. Discutir e sanar dúvidas sobre o tema.

IV. Recursos
Xerox
Livro didático
Pincel
Quadro


37

Tema: Padre José de Anchieta

II. Objetivo
* Saber quem foi o Padre José de Anchieta;
* Conhecer o teatro e a poesia de Anchieta.

III. Síntese dos procedimentos
1. Distribuir apostilas;
2. Explicar aos alunos quem foi o Padre José de Anchieta;
3. Mostrar a contribuição deixada por Anchieta para a Literatura Brasileira;
4. Apresentar o teatro e a poesia de Anchieta.

IV. Recursos
Apostilas xerocadas
Xerox de textos
Pincel
Quadro





Plano de aula 38

Tema: Atividade de conhecimento sobre a Literatura Jesuítica

II. Objetivo
* Diferenciar a literatura de informação da Literatura Jesuítica.
* Resolver questões sobre a Literatura Jesuítica e sobre a poesia e o teatro de Anchieta.

II. Síntese dos procedimentos
1. Distribuir xerox com questões
2. Resolver questões de vestibulares sobre o tema;
3. Ajudar os alunos na resolução das questões;
4. Discutir com os mesmos as dúvidas surgidas.

IV. Recursos
Xerox
Pincel
Quadro



Plano de aula: 39

Tema: O Filme “Anchieta José do Brasil”

II. Objetivo
* Conhecer a cinebiografia do Jesuíta José de Anchieta;
* Saber sobre a sua luta ao favor dos índios brasileiros;
* Saber qual foi a contribuição de Anchieta em relação à religiosidade, ao caráter pedagógico e moralizante.

III. Síntese dos procedimentos
1. Passar o filme “Anchieta José do Brasil”
2.Fazer uma análise crítica do filme discutindo com os alunos.

IV.Recursos
DVD


Plano de aula 40

Tema: Análise descritiva sobre o filme “José Anchieta do Brasil”


II. Objetivo
* Criar no aluno a leitura cíitica sobre o conteúdo do filme relacionando ao assunto abordado;
* Desenvolver material escrito sobre o filme assistido em sala.

III. Síntese dos procedimentos
1. Dividir a sala em 06 grupos;
2. Ajudar aos alunos a desenvolverem o texto escrito sobre a análise do filme;
3. Apresentação do material feito pelas equipes.

V. Recursos
Cartazes
Apostilas com resumo do filme
Folhas brancas
Pincel atômico.






















41
Tema: Para fugir da triste realidade
Pasárgada, reino imaginado por Manuel Bandeira, e explorando o conceito de escapismo.

II – Objetivos:
*Conhecer lugares imaginários da literatura
*Produzir textos sobre temas afins.


III – Síntese dos procedimentos
Lya Luft quase trocou o Brasil por Pasárgada. Como seria viver no reino inventado por Manuel Bandeira? Esse exercício de intertextualidade vai estimular os educando para carregar por cenário fantástico da literatura.

Atividades
*A vida e obra de Manuel Bandeira. Antes da leitura de VEJA, perguntarei se os alunos conhecem o poema Vou-me Embora pra Pasárgada. Complementarei as respostas com dados que podem auxiliar a compreensão do artigo da revista. Depois, apresentarei o título dado por Lya Luft e pedirei que os alunos levantem hipóteses sobre o possível teor desse texto.
Irei propor uma leitura dialogada em dupla: um colega lê para o outro e, durante o processo, ambos conversar entre si com o objetivo de compreender a argumentação da autora. Por que, de acordo com ela, Pasárgada podia ser um bom lugar? Quais são as idéias que se opõem nos dois primeiros parágrafos?

Sobre o que Lya Luft escreveria na nova pátria? Chamarei a atenção para o quinto parágrafo, que começa com uma antítese. Perguntarei qual é. E solicitarei que expliquem o que levou a ensaísta a ficar no Brasil.
Explorarei aspectos lingüísticos do texto:

* Pontuação: Surgirei que as duplas reescrevam as frases em que são usados dois-pontos antes de um esclarecimento, travessão para separar um comentário e parênteses a fim de isolar comentários, explicações ou reflexões.

*Verbos Pedirei que destaque o emprego de vários tempos verbais. Os alunos vão associar essa diversidade à intenção da autora, que escreve sobre uma situação hipotética (ir a um lugar que não existe). Levá-los-ei a concluir que, para justificar essa decisão, ora ela precisa do presente do indicativo, ora dos pretéritos perfeito ou imperfeito; às vezes, vale-se do futuro do pretérito e, em outras, do futuro do presente.

* Adjetivos: Observarei o uso dessa classe de palavras como recurso de ênfase para dar força aos argumentos.
IV – Recursos

Material; utilizados recursos humanos aluno, estagiários e o professor; explicação diálogo. * Xérox, retroprojetor, revista, textos, quadro de giz, entre outros.



42
Tema: Poema de Manuel Bandeira



II – Objetivos

*Analisar o poema e sua intertextualidade,
*Dialogar com outros textos
-Desenvolver a analise do texto

III – Síntese dos procedimentos

Analise o poema de Manuel Bandeira e retome o conceito de intertextualidade, lembrando que todo texto dialoga com outros textos. Exemplificarei mencionando a relação direta entre os versos de Meus Oito Anos, escritos no século XIX por Casimiro de Abreu, e o poema homônimo produzido no século passado por Oswald de Andrade. E falarei da célebre sentença "No meio do caminho tinha uma pedra", de Carlos Drummond de Andrade, tantas vezes repetida em situações de adversidade.
A intertextualidade ocorre ainda em textos não-verbais. Quem se recorda do anúncio de um amaciante em que o garoto-propaganda interpreta a Mona Lisa? O slogan do produto é Mon Bijou deixa sua roupa uma perfeita obra-prima, numa alusão ao quadro de Da Vinci. Comentarei que o poema brasileiro que gerou mais ligações intertextuais é Canção do Exílio, de Gonçalves Dias, a começar pelo Hino Nacional. Aprofundarei e examinando os trabalhos propostos na classe junto com os educando.
Informarei que a literatura sempre explorou o tema do escapismo. Uma das variantes foi o fugere urbem, ou fuga da cidade, marcante no Arcadismo. Influenciados pelo poeta latino Horácio, os árcades defendiam o bucolismo como ideal de vida - ou seja, uma existência simples junto ao campo. Tal princípio encontrava apoio no pensamento do filósofo francês Jean-Jacques Rousseau, para quem a civilização corrompe os costumes do homem, que nasce naturalmente bom. O carpe diem (chorar o dia que passa) desejo de aproveitar o dia e a vida enquanto é possível, também comentarei explorado pelo Barroco, é resgatado pelos árcades. E a expressão locus amoenus (lugar ameno) reflete a busca de um cenário ideal - geralmente o campo, próximo à natureza bela e equilibrada. Solicitarei a classe façam grupos se os encarregue de examinar alguns ambientes idealizados por escritores consagrados.
O Reino das Águas Claras, mencionado em Reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato;
A Terra do Nunca, retratada no romance Peter Pan, de James Barrie;
Liliput, nação dos pequeninos descrita em As Viagens de Gulliver, de Jonathan Swift;
O País das Maravilhas, por onde perambulou Alice, de Lewis Carroll;
Oz, reino mágico visitado por Dorothy, de Lyman Frank Baum.


IV – Recursos
Serão utilizados Xérox, retroprojetor, texto jornalístico, fotocópias do texto, quadro de giz, entre outros.

Um comentário:

  1. Adorei as suas dicas. Achei muito interessante tudo que li e tenho certeza que vai me ajudar bastante.
    Você tem muita criatividade e é o que anda faltando em muitos professores. Falo isso por ser uma coordenadora pedagógica e ver como tem professor que sofre para elaborar uma boa aula.
    abraços
    Nerildes

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